O momento é de perdão;
Mas o egoísmo nos domina,
Incapacitando estender a mão.
A voz nos canta serena,
“Amem incondicionalmente”;Mas o que fazer com o orgulho,
Que destroça a vida da gente?
O sol nasce sem cessar,
E o perdão continua esperando;Mas tormentos mundanos primam,
Conosco seguem macerando.
Assim é o Homem da Terra,
Caminhando sob instintos selvagens;Pisando no próprio âmago,
Negando-se às boas romagens.
Contudo não nos enganemos,
Pois o perdão esperando está;A lei do amor é que rege,
E a esta um só não se furtará.
Fraternalmente,
Gabriela Junqueira Balassiano
Gabriela Junqueira Balassiano
Refletindo o
Espiritismo