Não lamente meu egresso;
Rogue a Deus misericórdia,
Pois em errante estarei converso.
Peça então com confiança,
Que esse estado me ensine;A verdadeira compaixão,
Um amor puro que domine.
Quando à Pátria Espiritual eu voltar,
Não suplique minha permanência;Assim em paz caminharei,
No avanço da minha essência.
Como filhos do Pai somos,
Para Ele voltaremos;Após revindas aos Planetas,
Para que nos depuremos.
Quando à Pátria Espiritual eu voltar,
Não chore a morte da carcaça;Porém celebre a liberdade,
A vera vida que nos abraça.
Fraternalmente,
Gabriela Junqueira Balassiano
Refletindo o
Espiritismo