O suicídio não
põe fim aos nossos problemas e dramas de qualquer natureza mas, ao contrário,
os agravam.
Somos seres eternos,
em progresso contínuo, e sempre teremos que saldar as nossas dívidas adquiridas
em vidas pregressas.
O suicídio é um engano,
uma esperança vã!
Procure ajuda!
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“Quais são as primeiras
impressões dos que desencarnam por suicídio?
- A primeira
decepção que os aguarda é a realidade da vida que se não extingue com as
transições da morte do corpo físico, vida essa agravada por tormentos
pavorosos, em virtude de sua decisão tocada de suprema rebeldia.
Suicidas há que
continuam experimentando os padecimentos físicos da última hora terrestre, em
seu corpo somático, indefinidamente. Anos a fio, sentem as impressões terríveis
do tóxico que lhes aniquilou as energias, a perfuração do cérebro pelo corpo estranho
partido da arma usada no gesto supremo, o peso das rodas pesadas sob as quais
se atiraram na ânsia de desertar da vida, a passagem das águas silenciosas e
tristes sobre os seus despojos, onde procuraram o olvido criminoso de suas
tarefas no mundo e, comumente, a pior emoção do suicida é a de acompanhar,
minuto a minuto, o processo da decomposição do corpo abandonado no seio da
terra, verminado e apodrecido.
De todos os
desvios da vida humana o suicídio é, talvez, o maior deles pela sua
característica de falso heroísmo, de negação absoluta da lei do amor e de
suprema rebeldia à vontade de Deus, cuja justiça nunca se fez sentir, junto dos
homens, sem a luz da misericórdia.”
Emmanuel
(O Consolador,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB)
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“- O suicídio é
a culminância de um estado de alienação que se instala sutilmente. O candidato
não pensa com equilíbrio, não se dá conta dos males que o seu gesto produz
naqueles que o amam. Como perde a capacidade de discernimento, apega-se-lhe
como única solução, esquecido de que o tempo equaciona sempre todos os
problemas, não raro, melhor do que a precipitação. A pressa nervosa por fugir,
o desespero que se instala no íntimo, empurram o enfermo para a saída sem
retorno...”
Manoel P. de Miranda
(Loucura e
Obsessão, psicografia de Divaldo P. Franco, ed. FEB)
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“Bem-aventurados
os que choram, pois que serão consolados. – Bem-aventurados os famintos e os
sequiosos de justiça, pois que serão saciados. – Bem-aventurados os que sofrem
preseguição pela justiça, pois que é deles o reino dos céus.” (S. Mateus, cap.
V, vv. 5, 6 e 10)
(O Evangelho
Segundo o Espiritismo, cap. V, Bem-aventurados os aflitos, Allan Kardec, Ed.
FEB)
Divaldo Franco conta a história do suicídio de sua irmã Nair
Leia a monumental obra espírita "Memórias de um Suicida": http://refletindooespiritismo.blogspot.com/2013/12/memorias-de-um-suicida.html
Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo