Friday, May 17, 2013

Tenhamos Paz

Queridos amigos,
Este texto de Emmanuel é muito providencial para nos acalmar desta realidade que estamos vivendo!
Com carinho!


“Tendes paz entre vós.” – Paulo.
(I Tessalonicenses, 5:13.)
 
"Se não é possível respirar num clima de paz perfeita, entre as criaturas, em face da ignorância e da belicosidade que predominam na estrada humana, é razoável procure o aprendiz a serenidade interior, diante dos conflitos que buscam envolvê-lo a cada instante.

Cada mente encarnada constitui extenso núcleo de governo espiritual, subordinado agora a justas limitações, servido por várias potências, traduzidas nos sentidos e percepções.

Quando todos os centros individuais de poder estiverem dominados em si mesmos, com ampla movimentação no rumo do legítimo bem, então a guerra será banida do Planeta.

Para isso, porém, é necessário que os irmãos em humanidade, mais velhos na experiência e no conhecimento, aprendam a ter paz consigo.

Educar a visão, a audição, o gosto e os ímpetos representa base primordial do pacifismo edificante.

Geralmente, ouvimos, vemos e sentimos, conforme nossas inclinações e não segundo a realidade essencial. Registramos certas informações, longe da boa intenção em que foram inicialmente vazadas, e, sim, de acordo com as nossas perturbações internas. Anotamos situações e paisagens  com a luz ou com a treva que nos absorvem a inteligência. Sentimos com a reflexão ou com o caos que instalamos no próprio entendimento.

Eis por que, quanto nos seja possível, façamos serenidade em torno de nossos passos, ante os conflitos da esfera em que nos achamos.

Sem calma, é impossível observar e trabalhar para o bem.

Sem paz, dentro de nós, jamais alcançaremos os círculos da paz verdadeira."

(Pão Nosso – Francisco Cândido Xavier – pelo Espírito Emmanuel – FEB)



 

Thursday, May 16, 2013

Fora da Caridade Não Há Salvação (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec, capítulo XV)

Caridade, para uns tão fácil, tão simples e tão natural, enquanto que para outros uma barreira intransponível.

Caridade, virtude Divina que leva o homem à perfeição. Pois sem caridade é impossível amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Caridade, manifestação de Deus no Espírito encarnado.

A caridade é singela, humilde e discreta. Ela não humilha e não espera nada em troca. Não faz barganhas ou exige aplausos.

A caridade material, a mais fácil e descompromissada dos auxílios obrigatórios por parte daqueles que têm mais que outros, pode chegar ao próximo de forma mais virtuosa e digna ou não, depende da intenção de quem a faz.

A caridade moral, essa por si só já se mostra elevada e nobre, pois ela nos exige compromisso e envolvimento. Através de um abraço, um afago, uma atenção, um carinho sincero àqueles que estão abandonados à sua sorte, você estará praticando a caridade na sua forma mais sublime e valiosa.

Dar aquilo que te sobra é caridade, mas dar aquilo que te falta é a expressão maior da caridade, desprendimento e amor a Deus.

Se o que te falta é o dinheiro, lembre-se que o amor te sobra no peito, e que muitos irmãos prostrados numa cama se levantariam para receber o seu amor, lhe estender os braços e agradecer ao Céu por você existir.

Se o que te falta é o dinheiro, mas te sobra amor, paciência, esperança, tolerância, fé, alegria, humildade, dignidade, então, renda Graças a Deus, pois você é um afortunado do infinito. E estas virtudes são riquezas abundantes  que podem sempre ser divididas com aqueles que delas necessitam.

Mas se te sobra o dinheiro e te falta todo o resto, infeliz de ti. Pois as riquezas da Terra jamais comprarão a tua felicidade. As riquezas da Terra não são moedas de troca pelas riquezas Divinas, as verdadeiras e inesgotáveis.

Jamais se esqueça de que a lei de causa e efeito é indomável e ninguém foge a ela. Nós colhemos tudo o que plantamos. Se plantamos egoísmo e desamor, colheremos o abandono e traição quando mais precisármos. Se plantamos amor, nunca estaremos sozinhos.

Pratique a caridade, você é capaz! Todos nós sempre teremos algo sobrando, que falta para o outro. A caridade é um caminho lindo sem volta, pois depois de desfrutármos das sensações gratificantes e nobres que ela nos faz sentir, ela se torna vital. Faça o bem pelo bem e nada mais.

“Ainda quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade, serei como o bronze que soa, e um címbalo que retine; - ainda quando tivesse o dom de profecia, que penetrasse todos os mistérios, e tivesse perfeita ciência de todas as coisas; ainda quando tivesse toda a fé possível, até ao ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou. – E, quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria.

A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; - não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.

Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade.”

(S. Paulo, 1ª Epístola aos Coríntios, cap. XIII, vv. 1 a 7 e 13.)

 

Gabriela Junqueira Balassiano

Tuesday, May 14, 2013

Panteísmo

14. Deus é um ser distinto, ou será, como opinam alguns, a resultante de todas as forças e de todas as inteligências do Universo reunidas?

“Se fosse assim, Deus não existiria, porquanto seria efeito e não causa. Ele não pode ser ao mesmo tempo uma e outra coisa.
“Deus existe; disso não podeis duvidar e é o essencial. Crede-me, não vades além. Não vos percais num labirinto donde não lograríeis sair. Isso não vos tornaria melhores, antes um pouco mais orgulhosos, pois que acreditaríeis saber, quando na realidade nada saberíeis. Deixai, conseguintemente, de lado todos esses sistemas; tendes bastante coisas que vos tocam mais de perto, a começar por vós mesmos. Estudai as vossas próprias imperfeições, a fim de vos libertardes delas, o que será mais útil do que pretenderdes penetrar no que é impenetrável.”

(O Livro dos Espíritos – Allan Kardec – Parte primeira – Capítulo I)

Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo

Monday, May 13, 2013

Natureza Artística

Quem nunca se deitou na grama para ver desenhos nas nuvens? E visitou os “museus da natureza” para ver as obras de artes mais perfeitas?

Olhemos com mais atenção à nossa volta, e percebamos o quanto o planeta se comunica conosco e nos alimenta de energias renovadoras!
Respeitemos o milagre da vida!
Foto e montagem feitas por Gabriela Junqueira Balassiano
Dallas Arboretum, Texas, EUA



Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo 

125 anos da Abolição da Vergonhosa Escravatura no Brasil

Nasci no Brasil 85 anos após a abolição da escravatura.
Recebi nesta encarnação uma pele de cor branca,
Mas um sangue misturado que me imacula.
 
Há 125 anos acabou a vergonhosa escravidão.
E hoje sou branca, sou negra, sou índia, como toda esta nação,
Que ainda sofre com os rastros de soberba,
Em muitas faces brancas desta encarnação.
 
Triste ignorância humana que prega o desamor,
Nas suas viagens de ida e volta,
Entre este mundo e o outro, como um viajor.
Triste daquele que de um irmão fizer seu escravo, seu inferior,
E não estender a mão indistintamente sem olhar a cor.
Pois o corpo um dia morre e o que é eterno é incolor!
 
Hoje ele é branco amanhã será amarelo.
E se um dia foi preto, será vermelho formando o elo.
 
A diversidade não vem para separar,
Mas sim nos leva ao Pai
Que somente nos pede para amar!
Gabriela Junqueira Balassiano
 
 

Friday, May 10, 2013

"A Maternidade é Algo Verdadeiramente Sagrado"

Em homenagem à todas as Mães, eu reproduzo abaixo trechos do livro “Saúde da Relação Pais e Filhos”, de autoria de Alírio de Cerqueira Filho.

“...Dentro de uma visão psicológica transpessoal , espiritual profunda, a mãe é o arquétipo da ligação com Deus. A função principal da mãe é a de fornecer esse modelo de ligação da criança com Deus, porque é a mãe que nos gera. Ao nos gerar, ela nos propicia a existência momentânea no corpo, da mesma forma que Deus nos gera a existência espiritual. Divide conosco as suas emoções mais íntimas durante toda a gestação.
Por isso ela nos deve dar respaldo emocional, aconchego e orientação. Até aos sete primeiros anos de vida é a nossa extensão, por isso é o Arquétipo Divino.”
“...Deus é o criador, e a mãe é co-criadora por excelência...”
“...a mãe co-cria oferecendo o seu próprio corpo, seu sangue, sua vida, toda uma série de funções biológicas, bem como espirituais.”
“...Durante a concepção há um acoplamento do perispírito do filho ao perispírito da mãe para o seu nutrimento não apenas biológico, mas, sobretudo, espiritual. Essa ligação energética espiritual é tão forte que perdura até aos sete anos de vida da criança, por uma espécie de cordão umbilical fluídico que une intensamente o filho à sua mãe.”
“...O Espírito é acoplado ao perispírito da mãe, permanencendo ligado por esse cordão fluídico que é criado no instante da concepção. Durante toda a gestação haverá o desenvolvimento do cordão umbilical físico. Na hora do parto é necessário cortar o cordão umbilical do corpo físico, porque uma parte dele prende-se à placenta que vai ser descartada. Corta-se e há um desfazimento do cordão umbilical físico, mas o fluídico permanece.
O cordão umbilical fluídico permanece estabelecendo a ligação perispiritual. A criança, ao sair do útero da mãe, não tem mais a ligação física, mas continua existindo a ligação psíquica e perispiritual.”
“...Esse cordão umbilical fluídico vai persistir de uma forma mais intensa até o final da primeira infância, aos 7 anos, quando se completa a reencarnação do Espírito. Na segunda infância, começa a se desfazer para desaparecer completamente no início da adolescência. Dessa ligação fluídica, perispírito com perispírito, é que surge esse sexto sentido que as mães, que realmente aceitam ser representantes do Arquétipo Divino, têm em relação aos seus filhos.”
“...Esse cordão fluídico é necessário porque há uma relação de dependência grande entre a mãe e a criança. A criança já pode viver fora do útero da mãe, mas não pode viver independentemente da mãe. A criança requer amamentação, carinho, cuidado e por isso essa ligação energética permanece.
Como a mãe é o Arquétipo Divino é ela que faz a ligação da criança com Deus. Esse cordão fluídico vai ser fundamental nessa ligação. É a mãe que tem como compromisso oferecer suporte emocional. Na primeira infância isso é até mais importante que a alimentação, como indicam muitas pesquisas em relação à afetividade na primeira infância.
No caso de crianças órfãs ou das que são abandonadas por suas mães, essa ligação fluídica vai ser reestabelecida pela mãe adotiva. No caso de não haver essa substituição, uma grande expiação para o espírito encarnado, o desenvolvimento da criança não é normal.”
“...Então, por isso tudo, por essa especialidade da mulher-mãe, ela terá com seu filho todo esse encanto maior e, se ela souber fazer uso disso, essa mãe, talhada pelo Arquétipo Divino, terá condições de tornar um Espírito despótico, reencarnado para transformar esse caráter, em um ser brando e humilde de coração, conforme convida Jesus.
Portanto, a mãe é o Arquétipo do Divino em todos nós. O objetivo principal da maternidade é ser esse Arquétipo Divino, que remete o filho a Deus. A maternidade é algo verdadeiramente sagrado.”
*arquétipo – modelo ou padrão passível de ser reproduzido; imagem primordial.

 
Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo
 
 


Wednesday, May 8, 2013

Cristianismo como "religião-fé" ou como "religião-instituição"?

A palavra religião no seu caráter íntimo quer dizer fé, ligação do homem com o divino. O que se distingue, totalmente, da palavra religião de caráter coletivo, institucional.

O Cristianismo praticado como "religião-instituição" é uma convicção coletiva e modificada por diversas vertentes, de acordo com a evolução moral daqueles que a pregam. A religião como instituição sofre modificações humanas em seus dogmas para satisfazer aos interesses político-sociais.
No entanto, ser Cristão em seu caráter "religião-fé" é seguir os ensinamentos de Jesus na sua forma genuína, independente de qualquer instituição, com humildade e sem alterações mundanas.

O Mestre não fundou igrejas, não criou templos e não pediu que nós os fizéssemos em seu nome. Ele ensinava em qualquer lugar, diante de qualquer situação, para qualquer pessoa. Ele não estruturou uma religião com metodologia, cultos aos santos, regras, pagamentos, altares, indumentárias, ênfase das riquezas, glorificação de um líder terreno como intermediário de Deus, entre outras determinações puramente dos homens.

Assim como o Nazareno, os primeiros Cristãos também não formaram uma "religião-instituição". Acostumados a se reunirem de forma simples e fraterna, eles estudavam os ensinamentos que o Cristo nos deixou, trocavam idéias, além de trocar energias edificantes através da imposição das mãos e o contato com os Espíritos. E apesar de serem vistos, na época, como praticantes de uma seita revoltosa e perigosa, sendo perseguidos com muita crueldade, eles se mantinham na fé inabalável no Evangelho, movidos pelo amor puro e verdadeiro que o Mestre ensinou.

Então Constantino traz ao mundo a religião-instituição...

Trezentos anos após a volta do Mestre à Pátria Espiritual e muita perseguição aos seus seguidores, o Imperador Constantino, animado, tão somente, por sua sede de poder, avistou naqueles que continuavam a divulgar os ensinamentos de Jesus, uma grande oportunidade em aumentar o número de apoiadores para sua escalada ao comando.
E o imperador, que além de sua triste tendência moral, ainda contava com o incentivo de seus obsessores espirituais que, por sua vez, trabalhavam nas trevas para a obstrução da propagação do Evangelho puro, deu início a transformação religiosa de Roma, legitimando o Cristianismo.

Mas legitimar o Cristianismo não deveria ser muito providencial? Sim, se a grande questão não fosse a de que Constantino e seus companheiros espirituais não estavam agindo, somente, pelo amor, mas, sim, por interesses menos nobres, dando poderes e credibilidade àqueles que promoviam o Cristianismo como "religião-instituição", usando o Evangelho como moeda de troca e interesses políticos.

Foi então, que, com tudo muito bem estruturado e meticulosamente pensado, entre encarnado e desencarnados, após o primeiro concílio de Nicéia, começou a trágica transformação da beleza simples do Evangelho. Deixava o Cristianismo, aos olhos dos homens, de ser uma filosofia, uma fé, uma ligação com Deus e nascia, ali, o implacável império católico.

E o movimento de poder e domínio entre os homens, em nome de Deus, cresceu tão rapidamente, durante nossas vindas ao Planeta que criou-se no mundo milhares de "religiões-instituições" denominadas Cristãs; cada qual lutando obstinadamente na tentativa de deter e controlar a verdade divina em interesse próprio, separando os homens, instigando o ódio, ao invés de uní-los no amor como ensina o Evangelho.

Atualmente, muitos de nós, um pouco mais conscientes da situação que geramos no passado, onde colocamos a candeia debaixo do alqueire e abrimos a porta aos irmãos das trevas que querem combater o Evangelho, estamos tentando trazer à luz a Boa Nova em sua integridade, genuinidade e clareza dos tempos antigos! Há muito trabalho para se fazer e esta dívida é minha, é sua, é nossa! Façamos o nosso melhor para um dia sermos um Cristão na sua totalidade, no sentindo "religião-fé"!


Emmanuel nos ensina:
“O que se faz preciso, em vossa época, é estabelecer a diferença entre religião e religiões. A religião é o sentimento divino que prende o homem ao Criador. As religiões são organizações dos homens, falíveis e imperfeitas como eles próprios; dignas de todo o acatamento pelo sopro de inspiração superior que as faz surgir, são como gotas de orvalho celeste, misturadas com os elementos da terra em que caíram. Muitas delas, porém, estão desviadas do bom caminho pelo interesse criminoso e pela ambição lamentável dos seus expositores; mas, a verdade um dia brilhará para todos, sem necessitar da cooperação de nehum homem.”
(trecho do livro “Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, editado pela FEB).




Fraternalmente,

Refletindo o Espiritismo
 

Sunday, May 5, 2013

Epífise, a glândula da vida mental

“...Enquanto o nosso companheiro se aproveitava da organização mediúnica, vali-me das forças magnéticas que o instrutor me fornecera, para fixar a máxima atenção no médium. Quanto mais lhe notava as singularidades do cérebro, mais admirava a luz crescente que a epífise deixava perceber. A glândula minúscula transformara-se em núcleo radiante e, em derredor, seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes.

Examinei atentamente os demais encarnados. Em todos eles, a glândula apresentava notas de luminosidade, mas em nenhum brilhava como no intermediário em serviço.
Sobre o núcleo, semelhante agora a flor resplandecente, caíam luzes suaves, de Mais Alto, reconhecendo eu que ali se encontravam em jogo vibrações delicadíssimas, imperceptíveis para mim.

Estudara a função da epífise nos meus apagados serviços de médico terrestre. Segundo os orientadores clássicos, circunscreviam-se suas atribuições ao controle sexual no período infantil. Não passava de velador dos instintos, até que as rodas da experiência sexual pudessem deslizar com regularidade, pelos caminhos da vida humana. Depois, decrescia em força, relaxava-se, quase desaparecia, para que as glândulas genitais a sucedessem no campo da energia plena.
Minhas observações, ali, entretanto, contrastavam com as definições dos círculos oficiais.

Como o recurso de quem ignora é esperar pelo conhecimento alheio, aguardei Alexandre para elucidar-me, findo o serviço ativo.
Passados alguns minutos, o generoso mentor acercava-se de mim.

Não esperou que me explicasse.
- Conheço-lhe a perplexidade – falou. – Também passei pela mesma surpresa, noutro tempo. A epífise é agora uma revelação para você.

- Sem dúvida – acrescentei.
- Não se trata de órgão morto, segundo velhas suposições – prosseguiu ele. – É a glândula da vida mental. Ela acorda no organismo do homem, na puberdade, as forças criadoras e, em seguida, continua a funcionar, como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre. O neurologista comum não a conhece bem.O psiquiatra devassar-lhe-á, mais tarde, os segredos. Os psicólogos vulgares ignoram-na. Freud interpretou-lhe o desvio, quando exagerou a influenciação da <<libido>>, no estudo da indisciplina congênita da Humanidade. Enquanto no período do desenvolvimento infantil, fase de reajustamento desse centro importante do corpo perispiritual preexistente, a epífise parece constituir freio às manifestações do sexo; entretanto, há que retificar observações.

Aos catorze anos, aproximadamente, de posição estacionária, quanto às suas atribuições essenciais, recomeça a funcionar no homem reencarnado. O que representava controle é fonte criadora e válvula de escapamento. A glândula pineal reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus mundos maravilhosos de sensações e impressões na esfera emocional. Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examina o inventário de suas paixões vividas noutra época, que reaparecem sob fortes impulsos.
Achava-me profundamente surpreendido.

Findo o intervalo que impusera à exposição do ensinamento, Alexandre continuou:
- Ela preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que a criatura se acha investida...”

(Este é um trecho do livro “Missionários da Luz”, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz.)

Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo

 

Friday, May 3, 2013

Me diga os seus vícios que lhe direi quais são os espíritos que lhe acompanham

Assim como na Terra desfrutamos da companhia de semelhantes, o mesmo acontece no mundo espiritual e o mesmo, também, acontece entre nós e os irmãos desencarnados.

A vida continua após a morte do corpo, e quando chegamos à outra dimensão não deixamos de ser as mesmas pessoas que aqui na Terra fomos. O homem desencarna e leva consigo seus créditos e débitos morais, desejos e necessidades, ou seja, se quando encarnados tínhamos um vício, depois de desencarnar continuamos com esta dependência gravada em nosso perispírito.
Para um irmão que já está fora de seu corpo carnal continuar desfrutando de todos os seus vícios carnais ele precisa da colaboração direta de quem ficou na Terra, se conectando a nós magneticamente. É o caso, por exemplo, daqueles que têm o vício da bebida. Cada copo de ácool que tomam alimentam, conjuntamente, todos os seus companheiros espirituais, que sentem os prazeres da bebida através do encarnado. Isto vale, ainda, para as drogas, o sexo desvairado e criminoso, o fumo, a gula, os jogos de azar, entre outros.

E além desses, temos, não menos importantes, os vícios morais como o orgulho, a inveja, a vaidade, o ciúme, a preguiça, o egoísmo, o ódio, a cobiça, a maledicência, entre muitos outros com os quais os irmãos obsessores não dependem de nós para sentí-los, mas se comprazem com a nossa queda e nos estimulam.
Temos a nossa volta diversos espíritos que nos seguem os passos, diariamente, esperando o mínimo deslize para se instalarem e iniciarem uma permuta de energias. Todas as nossas tendências negativas alimentam os irmãos em sintonia vibracional conosco. Todos esses vícios aproximam para nossa vida diária espíritos que se comprazem dessas ações e se alimentam do nosso fluido vital, chegando muitas vezes a uma simbiose espiritual. Eles estão sempre observando, cuidadosamente, as nossas atitudes e pensamentos para se aproveitarem de qualquer oportunidade menos nobre. Basta abrir a porta e eles entram e se instalam.

Os espíritos obsessores nos incitam a continuarmos em nossos vícios terrenos para satisfazerem as suas necessidades próprias e/ou por motivos de vinganças. E essa inspiração é aceita por nós, de bom grado, devido a sintonia que mantemos com eles através da igualdade moral; isto é, nada acontece sem o nosso consentimento. Nunca devemos culpar as influências espirituais por um mal que fazemos contra o próximo ou contra a nós mesmos, pois tudo acontece em parceria, em igualdade de interesses, assim como entre dois amigos encarnados.
Entretanto, uma das grandes maravilhas de nossa existência é sabermos que a vida é eterna e que o espírito está em constante aprendizado, e tudo sob o amor e proteção de um Deus soberanamente justo e bom, que nos presentea, incessantemente, com a chance de mudar o curso da nossa história.

Somos responsáveis e donos dos nossos destinos através do nosso livre-arbítrio. Podemos mudar tudo em nossas vidas a qualquer momento, basta querer. E a grande mudança pode começar no exercício de praticar o bem, agir no bem, querer o bem do próximo e o nosso próprio bem! O bem não somente afasta o mal, mas muitas vezes o transforma!

Lembremos, ainda, que cada um de nós temos um irmão espiritual, conhecido, popularmente, como o nosso Anjo da Guarda. Este espírito protetor que nos acompanha desde o nascimento até a morte e muitas vezes na vida espírita, depois do desencarne. Ele não nos abandona, podendo somente se afastar quando estamos em extrema sintonia com o mal, completamente surdos aos seus bons conselhos; porém, basta um único pedido sincero de ajuda que se faz presente por inteiro.
Façamos nosso exercício diário de nos mantermos no bem. Amemos a Deus, sigamos os ensinamentos que Jesus nos deixou, tenhamos fé, solicitemos a ajuda fraterna do nosso Anjo da Guarda e peçamos forças para nos livrarmos dos vícios e lutarmos pela nossa reforma íntima.

“Ajuda-te que o céu te ajudará.”

Fraternalmente,

Gabriela Junqueira Balassiano
Refletindo o Espiritismo

Wednesday, May 1, 2013

Campanha de Arrecadação de Material Escolar para as Crianças Assistidas pelo "Shared Housing Center"



Queridos amigos,

O ano letivo de 2013, nos EUA, já está chegando ao fim e nós estamos a todo vapor iniciando a campanha “School is Cool” de arrecadação de material escolar para o próximo ano.

Esta campanha é em benefício das crianças assistidas pela instituição “Shared Housing Center” (http://www.sharedhousing.org/).

Este ano nós estamos pedindo doações de kits escolares que devem conter os seguintes ítens:

1.      Uma régua

2.      Uma tesoura

3.      Uma borracha grande

4.      Uma cola (líquida e não bastão)

5.      Uma caixa de canetas vermelhas

6.      Uma caixa de canetas azuis

7.      Uma caixa de lápis de cor (12)

8.      Uma fita adesiva

9.      Uma caixa de canetas “marcadores” (Highlighters)

Você pode doar quantos kits com estes ítens lhe forem convenientes!

E se possível, por favor, envie este pedido a todos os seus amigos e publique na sua rede social!!!

Atenção: a data final para a entrega de todas as doações é dia 27 de Junho.

Contatos:

Gabi Balassiano – gabriela.balassiano@gmail.com / cell (214)  414-8482

Gabi Ávila – gcm238@hotmail.com / cell (972) 207-5934

Muito obrigada por toda e qualquer ajuda!!! Deus te abençoe!!!