Tuesday, March 17, 2015

Entrevista com André Luiz (Espírito)




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Entrevista com André Luiz (Espírito), presenteada ao diretor do Anuário Espírita, edição  nº 1, de 1964.
André Luiz respondeu as perguntas de números ímpares através do médium Waldo Vieira e as de números pares através do médium Francisco Cândido Xavier.
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1. Qual a quantidade aproximada de habitantes espirituais – em idade racional – que se desenvolvem, presentemente, nas circunvizinhanças da Terra?
“Será lícito calcular a população de criaturas desencarnadas em idade racional, nos círculos de trabalho, em torno da Terra, para mais de vinte bilhões, observando-se que alta percentagem ainda se encontra nos estágios primários da razão e sendo esse número possível de alterações constantes pelas correntes migratórias de espíritos em trânsito nas regiões do Planeta.”

2. A quantidade de espíritos que vivem nas diversas esferas do nosso Planeta tende, atualmente, a aumentar ou a diminuir?
“Qual acontece na Crosta Planetária, as esferas de trabalho e evolução que rodeiam a Terra estão muito longe de quaisquer perspectivas de saturação, em matéria de povoamento.”

3. Considerando-se que as criaturas dos reinos vegetal e animal, deste e de outros planos, absorvem elementos de economia planetária, pergunta-se: O nosso planeta dispõe de recursos para a manutenção e sustentação de uma comunidade de número ilimitado de indivíduos ou a despensa celeste do nosso domicílio cósmico se destina a uma sociedade de proporções limitadas, ainda que de dimensões desconhecidas?
“Certo, nos limites do orbe terreno, não é justo conceituar os problemas da vida física fora de peso e medida, entretanto é preciso considerar que as ciências aplicadas à técnica, à indústria e à produção, nos vários domínios da natureza, assegurarão conforto e sustento a bilhões de espíritos encarnados na Terra, com os recursos existentes no Planeta, por muitos e muitos séculos ainda, desde que o homem se disponha a trabalhar.”

4. Espíritos originários da Terra, têm emigrado, nos últimos séculos, para outros orbes?
“Seja de modo coletivo ou individual, em todos os tempos, Espíritos superiores têm saído da Terra, no rumo de esferas enobrecidas, compatíveis com a elevação que alcançaram. Quanto a companheiros de evolução retardada, principalmente os que se fizeram necessitados de corretivo doloroso por delitos conscientemente praticados, em muitos casos, sofrem temporária segregação em planos regenerativos.”

5. Espíritos originários de outras plagas costumam estagiar na Terra em encarnações de exercício evolutivo?
“Isso acontece com frequência, de vez que muitos espíritos superiores reencarnam no planeta terrestre a fim de colaborarem na educação da Humanidade, e criaturas inferiores costumam aí sofrer curtos ou longos períodos de exílio das elevadas comunidades a que pertencem, pela cultura e pelo sentimento, porquanto a queda moral de alguém tanto se verifica na Terra quanto em outros domicílios do Universo.

6. Considerando-se a enorme distância geométrica existente entre dois ou mais orbes de um sistema solar ou entre dois ou mais sistemas solares, pergunta-se:
 a – os espíritos, em seu desenvolvimento evolutivo, ligam-se, necessariamente, a determinados orbes?
 b – na imensidão dos espaços que separam dois ou mais corpos celestes vivem, também, inteligências individuais?
“a) Em seu desenvolvimento, sim, qual acontece com a pessoa que em determinada fase de experiência física se vincula, transitoriamente, a certa raça ou família.
“b) Isso é perfeitamente compreensível; basta lembrar os milhares de criaturas que atendem os interesses de um país ou de outro nas extensões do oceano.”

7. Quais os processos de locomoção utilizados nas migrações interplanetárias, considerando-se a possibilidade de migrações de entidades de categoria até mesmo criminosa, como parece ser o caso dos imigrantes do Sistema Planetário de Capela?
“Esses processos de locomoção, no plano espiritual, são numerosos. A técnica não se relaciona com a moral. Os maiores criminosos do mundo podem viajar num jato, sem que isso ofenda os preceitos científicos.”

8. Onde começa o Umbral?
“A rigor, o Umbral, expressando região inferior da espiritualidade, pelos vínculos que possui com a ignorância e com a delinqüência, começa em nós mesmos.”

9. Onde se situa “Nosso Lar”?
“Não possuímos termos terrestres para falar em torno da geografia no plano espiritual, mas podemos informar que as primeiras fundações da cidade “Nosso Lar” por espíritos pioneiros da evolução brasileira, se verificaram no espaço do território conhecido como Estado da Guanabara.”

SEXO

10. Por que a disciplina sexual é recomendada pelo Plano Espiritual Cristão?
“Claramente que a disciplina sexual é recomendável em qualquer plano da vida, para que a degradação não arruíne os valores do espírito.”

11. Há alguma relação entre sexo e mediunidade?
“Tanto quanto a que existe entre mediunidade e alimentação ou mediunidade e trabalho, relações estas nas quais se pede equilíbrio.”

12. As funções reprodutoras do sexo se destinam, somente, da vida na Terra?
“Em muitos outros orbes, compreendendo-se, porém, que mundos existem nos quais as funções reprodutoras não são compreensíveis, por enquanto, na terminologia terrestre.”

13. Espíritos sensuais mantêm atividades de natureza sexual após a desencarnação?
“Aos milhões, reclamando educação dos recursos do sentimento e das manifestações afetivas, como acontece nos caminhos da Humanidade.”

14. Os perispíritos das entidades espirituais, que se localizam nas vizinhanças da Terra, conservam o órgão do aparelho sexual humano?
“Sim, e por que não? O órgão sexual é tão digno quanto os olhos e, como não se deve atribuir aos olhos os horrores da guerra, o órgão sexual não pode ser responsável pelo vício.”

15. Os espíritos conservam, para sempre, as condições de masculino e feminino?
“Respondamos com os orientadores espirituais de Allan Kardec que, na questão número 201, de O Livro dos Espíritos afirmaram, com segurança, que o espírito tanto reencarna no corpo de formação masculina quanto no corpo de formação feminina.”

16. Como explicar os homossexuais?
“Devemos considerar que o espírito reencarna, em regime de inversão sexual, como pode renascer em condições transitórias de mutilação ou cegueira. Isto não quer dizer que homossexuais ou intersexos estejam nessa posição, endereçados ao escândalo e à viciação, como aleijados e cegos não se encontram na inibição ou na sombra para serem delinquentes. Compete-nos entender que cada personalidade humana permanece em determinada experiência, merecendo o respeito geral no trabalho ou na provação em que estagia, importando anotar, ainda, que o conceito de normalidade e anormalidade são relativos. Lembremo-nos de que, se a cegueira fosse a condição da maioria dos espíritos reencarnados na Terra, o homem que pudesse enxergar seria positivamente considerado minoria e exceção.”

17. Se vivemos tantas vezes, participando da formação de casais frequentemente diversos, como explicar o ciúme?
“O ciúme é característico de nossa própria animalidade primitiva, sombra que a educação dissipará.”

18. O espírito desencarnado também está sujeito a crises prolongadas de ciúme?
“Como não? A desencarnação é um acidente no trabalho evolutivo, sem constituir por si qualquer solução aos problemas da alma.

19. Como explicar a paixão que, tantas vezes, cega o indivíduo? (A paixão é, somente, uma doença humana?)
“Ainda aqui, animalidade em nós é a explicação.”

20. O adultério é, sempre, causa de conflitos, quando da volta dos cúmplices ao Plano Espiritual?
“Sim.”

REENCARNAÇÃO

21. A reencarnação é lei imperativa em todos os orbes do Universo?
“Mais razoável dizer que a reencarnação é princípio universal, compreendendo-se que existem esferas sublimes nas quais a reencarnação, como recurso educativo, já atingiu características inabordáveis ao conhecimento humano atual.”

22. Se a Medicina da Terra aumentar – num futuro não muito distante – a média da vida humana na Crosta, do ponto-de-vista educacional, uma única existência, de 500 anos, por exemplo, bastaria para libertar o espírito das necessidades da escola terrena?
“Cabe-nos aguardar o apoio mais amplo da Medicina à saúde humana, com vista à longevidade, entretanto, em matéria de libertação espiritual, o problema se relaciona com a vontade acima do tempo. Quando a pessoa se decide ao burilamento próprio, com ânimo e decisão, a existência física de cinquenta anos vale muito mais que o tempo correspondente a cinco séculos, sem orientação no aprimoramento moral de si mesma.”

23. É de esperar-se que nos próximos milênios, quando a Terra se tornar um centro de solidariedade e de cultura, seja dispensado o processo de reencarnação, como elemento indispensável de experiências e estudos?
“Digamos, com mais propriedade, que o espírito, alcançando a sublimação, não mais se encontra sujeito ao processo de reencarnação, por medida educativa, conquanto prossiga livre para reencarnar, como, onde e quando deseje, em auxílio voluntário aos semelhantes.”

24. A duração média de vida dos encarnados racionais de outros orbes, corresponde àterrena?
“Não. Essas etapas de tempo variam de mundo a mundo.”

25. Todas as reencarnações, mesmo as dos indivíduos vinculados a condições inferiores, são objeto de um planejamento detalhado, por parte dos administradores espirituais?
“Há renascimentos quase que automáticos, principalmente se a criatura ainda permanece fronteiriça à animalidade, entendendo-se que quanto mais importante o encargo do espírito a corporificar-se, junto da Humanidade, mais dilatado e complexo o planejamento da reencarnação.”

26. As organizações espirituais que pautam as suas atividades dentro de programas alheios aos princípios cristãos também procedem a execuções de programas para a reencarnação de tarefeiros determinados em suas organizações?
“Sim.”

27. Reencarnações de espíritos de ordem superior, presididas por espíritos elevados, em meio inferior, estão sujeitos a represálias da parte de organizações espirituais interessadas na ignorância humana?
“Natural que assim seja. Recordemos o próprio Jesus.”

28. Se um espírito encarnado com propósitos cristãos pode, pela má conduta, transformar-se num instrumento das trevas, é de se perguntar se um espírito encarnado sob os vínculos de organizações ainda não cristianizadas no Espaço, pode, também, transformar-se num instrumento ostensivo do programa do bem?
“Perfeitamente. Assim ocorre porque o íntimo de cada um prevalece sobre o rótulo que caracterize a pessoa no ambiente humano

ATUALIDADES

29. Sabemos que outras civilizações terrenas se desfizeram em épocas remotas. Diante do perigo atual de uma conflagração atômica, é de se perguntar: Estamos às portas da Nova Jerusalém ou no começo de um novo fim?
“Na condição de espíritas-cristãos encarnados e desencarnados, pensemos no futuro da Humanidade em termos de evolução, otimismo, confiança, progresso. De todas as calamidades, a civilização sempre surgiu em novos surtos de força para o burilamento geral, ao influxo da Providência Divina, ainda mesmo quando pareça o contrário.”

30. Habitantes de outros orbes conhecem a Humanidade terrena, sua história, costumes, etc.?
“Sim.”

31. Diante dos progressos alcançados pela Ciência, conseguirá o homem aportar a outros corpos de nosso sistema solar?
“Ninguém pode traçar fronteiras às conquistas da Ciência humana. Quanto mais dilatados o serviço e a fraternidade, a educação e concórdia na Terra, maiores as possibilidades do homem nas conquistas do Espaço Cósmico.”

32. Se a Ciência humana se servir de seus recursos, pondo em risco a estabilidade do Planeta, é de se esperar esteja a Humanidade da Terra sujeita a uma intervenção direta da parte de outros planetas?
“Nossa confiança na Sabedoria da Providência Divina deve ser completa. Ainda mesmo que a Terra se desintegrasse numa catástrofe de natureza cósmica, Deus e a Vida não deixariam de existir. Uma cidade arrasada num cataclismo não significa a destruição de um povo inteiro.
Justo que, em nos considerando coletivamente, temos feito por merecer longas aflições e duras provas na Terra, entretanto, diante da Infinita Bondade, devemos afastar quaisquer ideias sinistras da cabeça popular carecedora de harmonia e esperança para evoluir e servir. Amemo-nos uns aos outros.
Realizemos o melhor ao nosso alcance. Convençamo-nos de que o bem vive para o mal como a luz para a sombra. Edifiquemos o mundo melhor, começando em nós mesmos, e confiemos na palavra fiel do Cristo, que prometeu amparar-nos e auxiliar-nos “até o fim dos séculos”. E, assim nos exprimindo, não nos propomos afirmar que, a pretexto de contar com Jesus, podemos andar irresponsáveis ou desatentos.
Não. Forçoso trabalhar e cumprir as obrigações que a vida nos trace, a fim de sermos amparados e auxiliados por Ele, sejam quais forem as circunstâncias.”

(Extraído do Anuário Espírita 2009 – IDE – Araras – SP)

Instituto André Luiz: http://www.institutoandreluiz.org/

Fraternalmente,

Refletindo o Espiritismo
 
 
 

Tuesday, February 24, 2015

Nas Voragens do Pecado



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Recomendamos a leitura da obra "Nas Voragens do Pecado", da grande e abnegada médium Yvonne A. Pereira, pelo Espírito Charles.


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Assista ao vídeo, abaixo, e tenha uma breve idéia das emoções que lhe aguardam neste maravilhoso livro, emoções que agitarão todo o seu Ser:





Atenção: o vídeo é somente para dar um breve gostinho, pois recomendamos a leitura do livro. Dificilmente uma arte substituirá a profundidade de uma boa obra literária.

Leia em PDF aqui: http://www.feblivraria.com.br/febnet/paginas/nasvoragensdopecado.pdf

Ou aqui: http://files.comunidades.net/portaldoespirito/Nas_Voragens_do_Pecado_1960.pdf


Fraternalmente,

Refletindo o Espiritismo
 
 
 

Tuesday, February 10, 2015

Carnaval e espiritismo

Brinque seu carnaval com moderação. Lembre-se que somos Espíritos imortais e que estamos, incessantemente, em convívio com nossos irmãos desencarnados; portanto, sabendo-se, ainda, da lei de atração, esteja ciente de que durante o carnaval, cada um atrai para sua companhia os Espíritos que lhe combinam com a faixa vibratória. Escolha atrair para sua vida, sua casa, sua família, a alegria saudável, o amor fraternal, a paz!

Brinque seu carnaval com moderação. Lembre-se que extravasando-se na promiscuidade, no abuso do ácool e dos entorpecentes mais variados, estará se afundando no lamaçal da obsessão inclemente, que poderá levá-lo a falir em uma encarnação inteira.
Brinque seu carnaval com moderação!


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Divaldo Franco: Espiritismo e Carnaval



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Mensagem espírita sobre o Carnaval



Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo

Saturday, January 17, 2015

Silêncio, por favor, Chico vai falar: a pena de morte





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A pena de morte, por Chico Xavier

Pergunta:

De vez em quando aparece alguém que, em virtude de algum problema social mais grave - a violência, por exemplo, - pede a pena de morte. O senhor concorda?
Chico Xavier:

A pena deveria ser de educação. A pessoa deveria ser condenada mas é a ler livros, a se educar, a se internar em colégios ainda que seja, vamos dizer, por ordem policial.
Mas que as nossas casas punitivas, hoje chamadas de casas de reeducação, sejam escolas de trabalho e instrução.

Isto porque toda criatura está sentenciada à morte pelas leis de Deus, porque a morte do corpo tem o seu curso natural.
Por isso, acho que a pena de morte é desumana, porque ao invés de estabelecê-la devíamos coletivamente criar organismos que incentivassem a cultura, a responsabilidade de viver, o amor ao trabalho.

O problema da periculosidade da criatura, quando ela é exagerada, esse problema deve ser corrigido com educação e isso há de se dar no futuro.
Porque nós não podemos corrigir um crime com outro, um crime individual com um crime coletivo.

(Livro “Chico Xavier - Mandato de Amor”, União Espírita Mineira)

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A pena de morte, por Richard Simonetti

1 – O Espiritismo é favorável à pena de Morte?
É frontalmente contrário. Lembrando Jesus, os doentes devem ser medicados, não eliminados.


2 – Se assim é, por que Moisés instituiu a pena de morte para determinados crimes?
Nos Mandamento, da Tábua da Lei, recebida pelo próprio Moisés, no Monte Sinai, base da justiça humana, está registrado que não é lícito ao homem matar o semelhante. Ao instituir a pena de morte ele sobrepôs sua vontade aos desígnios divinos, num lamentável exemplo do faça como falo, não como faço.


3 – A pena de morte não pode funcionar como uma medida extrema de contenção da criminalidade?
A experiência demonstra que onde ela é instituída não há redução nos índices de criminalidade. A razão é simples: nenhum criminoso cogita da possibilidade de ser preso. Sente-se sempre mais esperto do que os representantes da lei.


4 – De qualquer forma não teríamos um criminoso a menos?
É uma ilusão. O criminoso executado ganha o benefício da invisibilidade e passa a assediar pessoas com tendência a criminalidade, ampliando-a.


5 – Mas o criminoso executado não é confinado em regiões purgatoriais, á distância das cogitações humanas?
Em princípio ele tende a ficar na crosta terrestre, envolvido com suas paixões e vícios, ligando-se a pessoas que guardam suas mesmas tendências, exacerbando-as.


6 – Esses criminosos desencarnados também formam grupos no Além?
Sim, atendendo ás suas tendências e causam estragos no psiquismo humano, na medida em que as pessoas se mostrem vulneráveis, psiquicamente, à sua influência.


7 – Enquanto encarnados, sua motivação era o dinheiro? E quando desencarnados?
O exercício do poder, o prazer em dominar, e, também, o atendimento de viciações cultivadas durante a existência, induzindo suas vítimas ao cultivo de vícios, para que, ligados a elas psiquicamente, possam também se satisfazer.


8 – Em relação aos criminosos encarnados, trancamos nossas casas e nos cercamos de medidas de prevenção. E quanto ao desencarnados?
Seria “fechar” a nossa casa mental às suas investidas, cultivando os valores do Bem e da Verdade, definidos por Jesus em suas lições. Toda influência espiritual relaciona-se com o fator sintonia. Se sintonizarmos com os bons, os maus não terão acesso à nossa Alma.


(Perguntas e respostas transcritas do website oficial de Richard Simonetti http://www.richardsimonetti.com.br/html)

Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo

Friday, January 16, 2015

Ante o terrorismo - por Divaldo Franco

Queridos irmãos,

Há muitos dias estamos em agonia, na fraternal vontade de escrever algo sério e preocupante, porém sublime, com relação ao terrorismo.

Foi, então, que como um presente dos céus, nos chega a Terra, este texto perfeito, de nosso querido Divaldo Franco. Segue, abaixo, na íntegra.



Fraternalmente,
Refletindo o Espiritismo


ANTE O TERRORISMO
Divaldo Franco escreve quinta feira, quinzenalmente.

O golpe foi de uma crueza ímpar. Ainda nos encontramos chocados. Repetiu-se a tragédia que vem ameaçando as criaturas humanas nos últimos anos, tal seja, o terrorismo provocado pelo fanatismo religioso perverso. A resposta da França e da sociedade foi imediata, enquanto se mobilizaram todos os recursos possíveis, para alcançar-se os criminosos e puni-los devidamente. Os direitos humanos, especialmente o da liberdade de pensamento, de palavra e de ação, são inderrogáveis. Conquistados com incontáveis sacrifícios ao largo dos séculos, são uma das mais grandiosas conquistas do processo evolutivo da sociedade.
Ninguém pode interditar a liberdade de movimento e ação das criaturas humanas, nem proibir, perseguir, impedir a liberdade da palavra, seja ela verbal ou gráfica, exceção feita por ocasião de regimes arbitrários. Se tal viesse a acontecer, e às vezes ocorre, trata-se de um terrível retrocesso ao passado lamentável, quando éramos escravos da prepotência e da estupidez.

No caso em foco, o lápis é mais poderoso do que o fuzil. Mata-se o indivíduo, mas não se aniquila o pensamento, que somente pode ser suplantado por outro de maior magnitude. Herança da barbárie, o fanatismo religioso, político ou qualquer espécie, indignifica o ser humano e dele faz vítima do sicário das vidas que o cercam. Isto somente ocorre em razão do estágio primário do processo antropológico da evolução, que retém o indivíduo na furna do egoísmo e do atraso moral.
É inevitável que cresçamos na direção da plenitude, e o amor com respeito ao direito alheio é o sentimento que deve permanecer inviolável em todos os passos da sociedade. Todos devemos repudiar a intolerância, a prevalência da força sobre o direito à vida, contribuindo de maneira eficaz pela solidariedade, para que alcancemos a meta pretendida que é a felicidade. Repito com os milhões de cidadãos que hoje levantam a bandeira da liberdade proclamando: Je suis Charlie.

DIVALDO FRANCO
(Texto transcrito da página oficial da Mansão do Caminho, no Facebook, postado no dia 16.01.2015)

Wednesday, January 14, 2015

Belíssimo exemplo de fraternidade na Finlândia.






Abra este link, Bebês dormem em caixa de papelão na Finlândia, e entenda o porquê.

 
 
 
IMPORTANTE:
Apesar de o texto ressaltar a igualdade humana, fazemos, aqui, necessário esclarecer, que, o mais importante ali na ação daquele povo é, sim, a fraternidade, a cooperação!

Sabemos, segundo a Doutrina Espírita, que a igualdade não é possível entre seres tão desiguais em suas aptidões e escalas morais. E, para elucidar esta perturbante questão, sabiamente, Allan Kardec recorreu aos Espíritos:
Pergunta 811: Será possível e já terá existido a igualdade absoluta das riquezas?

Resposta - "Não; nem é possível. A isso se opõe a diversidade das faculdades e dos caracteres."
E por aí vai um importante estudo sobre o assunto, que podemos encontrar em O Livro dos Espíritos, na Parte Terceira, Capítulo IX que trata da Lei de Igualdade. (para a versão PDF, abra o link O Livro dos Espíritos)

Boa leitura, bom estudo!
 
 
 
 
 
 
 
 


Fraternalmente!
Refletindo o Espiritismo